
FORAM CERCA DE 3.000 NO DESFILE EM COIMBRA
Foram cerca de 3.000 os professores e educadores que desfilaram na noite pelas ruas de Coimbra, segundo números das televisões e da Polícia de Segurança Pública. Fizeram-no porque estão indignados com a forma como Ministério da Educação tem tratado a sua profissão e a sua imagem, com a forma como o Governo tem aprovado medidas sucessivas de destruição das bases fundadoras da Escola Pública e Democrática.
Os ataques sucessivos à profissão docente e aos seus profissionais estão materializados na legislação de concursos, numa Carreira desvalorizada e agravada por uma regulamentação atabalhoada e destituída de rigor técnico e científico, no agravamento insuportável dos horários de trabalho e das condições de exercício da profissão, na divisão artificial da estrutura da carreira e da classe docente, na criação de novas e agravadoras barreiras no controlo do acesso à profissão e ao topo da carreira, na destruição do direito a uma formação contínua de qualidade, considerada enquanto formação profissional e por isso valorizadora, também, da própria profissão…
Medidas atrás de medidas, diplomas ilegais atrás de diplomas ilegais, apesar das derrotas sucessivas em tribunal e de providências cautelares que o próprio governo não respeita. Um governo e um ministério que, por esta via, age fora-da-lei.
Ninguém calará mais a revolta dos professores e ao crescimento da contestação corresponderá o recrudescimento das acções de luta. Às contestações locais, um pouco por todo o país, suceder-se-á uma enorme e avassaladora Marcha da Indignação dos Professores — “Assim não se pode ser Professor, a Escola Pública não aguenta mais esta política”, que a FENPROF e o restante movimento sindical docente promove no próximo dia 8 de Março, em Lisboa, a partir das 15.00 horas, do Marquês de Pombal ao Rossio.
As imagens que todos pudemos ver, ontem, em Coimbra, em directo, sem montagens, e os testemunhos recolhidos, são o espelho de uma enorme disponibilidade para defender a Democracia e a Escola. Uma disponibilidade que nasce do confronto que opõe os professores a esta política educativa, do qual governo e ministério da Educação terão de sair, inevitavelmente, a perder. (Fonte www.sprc.pt/default.aspx?id_pagina=237)
Foram cerca de 3.000 os professores e educadores que desfilaram na noite pelas ruas de Coimbra, segundo números das televisões e da Polícia de Segurança Pública. Fizeram-no porque estão indignados com a forma como Ministério da Educação tem tratado a sua profissão e a sua imagem, com a forma como o Governo tem aprovado medidas sucessivas de destruição das bases fundadoras da Escola Pública e Democrática.
Os ataques sucessivos à profissão docente e aos seus profissionais estão materializados na legislação de concursos, numa Carreira desvalorizada e agravada por uma regulamentação atabalhoada e destituída de rigor técnico e científico, no agravamento insuportável dos horários de trabalho e das condições de exercício da profissão, na divisão artificial da estrutura da carreira e da classe docente, na criação de novas e agravadoras barreiras no controlo do acesso à profissão e ao topo da carreira, na destruição do direito a uma formação contínua de qualidade, considerada enquanto formação profissional e por isso valorizadora, também, da própria profissão…
Medidas atrás de medidas, diplomas ilegais atrás de diplomas ilegais, apesar das derrotas sucessivas em tribunal e de providências cautelares que o próprio governo não respeita. Um governo e um ministério que, por esta via, age fora-da-lei.
Ninguém calará mais a revolta dos professores e ao crescimento da contestação corresponderá o recrudescimento das acções de luta. Às contestações locais, um pouco por todo o país, suceder-se-á uma enorme e avassaladora Marcha da Indignação dos Professores — “Assim não se pode ser Professor, a Escola Pública não aguenta mais esta política”, que a FENPROF e o restante movimento sindical docente promove no próximo dia 8 de Março, em Lisboa, a partir das 15.00 horas, do Marquês de Pombal ao Rossio.
As imagens que todos pudemos ver, ontem, em Coimbra, em directo, sem montagens, e os testemunhos recolhidos, são o espelho de uma enorme disponibilidade para defender a Democracia e a Escola. Uma disponibilidade que nasce do confronto que opõe os professores a esta política educativa, do qual governo e ministério da Educação terão de sair, inevitavelmente, a perder. (Fonte www.sprc.pt/default.aspx?id_pagina=237)
Sem comentários:
Enviar um comentário